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Unidos venceremos! Ou não.

14 de dezembro de 2008 6 comentários

Não ter sobre o que escrever é meio irritante. Não gostar da primeira frase numa tentativa de volta a escrita também (depois de um belo tempo…), mas fazer o quê? A gente vai levando. Não fazer chacota com o que vou escrevendo no momento parece inevitável, tentarei superar até o fim do parágrafo, aguarde e verá. Começar sentenças com “Não” é falta de estilo? E responder perguntando?

Textos cadenciados são um vicio, é como se fosse uma conversa comigo mesmo quando não estou prestando atenção no que falo. Agora, se me permitem, vamos aonde eu devia ter ido desde o começo. “Voltei a escrever” por uma razão bem simples, os blogues de dois amigos do trabalho me despertaram a vontade de escrever novamente. Ou mais ou menos isso. Na verdade a minha idéia é criar uma panelinha de blogueiros descolados, porque, se meu plano der certo, terei a incrível marca de 2 leitores fixos, um recorde por aqui.

Um dos motivos pra não dar continuidade nos meus vários blogues (tem até um que nasceu como uma idéia legal, mas nunca chegou a ter um puto de um post) é que ninguém comentava, e quando comentavam era melhor que não tivessem feito. Pois bem, conto essa historinha porque leio o blogue dos caras e não deixo nem um: Oi…MtU leGAu sEU Blog…GosTEi….. Então vou me redimir, tentarei falar um pouco de cada um e ainda deixarei os respectivos links, para que todos vocês (Rá!) possam acessar.

Vogal & Consoante do Amaurit

A escrita do Amaurit tem um forte tom lírico, meio poético, são textos mais literários, vamos forçar e classificar assim. O cara tem uma certa sensibilidade para escolher as palavras, é um romântico! E esse último texto (Ocasião)? Tem muito de pessoal não? Ou eu vejo e imagino coisas demais?

The Dogs Hits do Toloi

E o recém descoberto Dog Hits foi uma grata surpresa, o Toloi escreve com os pés, pisando forte. São textos mais viscerais, não tão literários, é como se fosse uma espécie de diário de sensações (faz sentido isso?). O menino escreve forte, aparenta ter um grande senso critico, isso ou estou imaginado coisas de novo.

O engraçado é que lendo os dois faço a inevitável comparação com meus textos. Se um é mais “lírico” e o outro mais “visceral” eu sou o quê? Já sei! Eu sou o cara que tira meleca do nariz. Isso! Soa bem aos meus ouvidos. Tento me explicar, não sei escrever sem tirar sarro de mim mesmo ou dos outros, simplesmente não sei, sou tipo o cara no trem lotado que indiscriminavelmente vai cutucando o nariz, se incomodado (a narina quase sangrando, mas sempre em frente, explorando) e incomodando os outros, mas não parando jamais! Comparação escatológica demais? Talvez, mas melhor que eu cutuque os nossos narizes do que outros orifícios que não podem ver a luz do sol. E agora sim, dou permissão para a expressão de asco (a famosa caradenojo).

Enfim, fica a dica para os dois diários virtuais blogues que já estão no blogroll ao lado. E a dica para acompanhar este aqui, que, se os deuses da internet permitirem, dessa vez vai!

E virgulas estão ai para serem usadas, certo?!

E comenta nessa porra! Não é porque eu não tomo banho que você não vai tomar também.

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Categorias:Eita Mundão